segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

uma dieta saudável

“Baseado numa dieta de 2000 calorias, utilize como referência 200 gramas de carboidrato dia. Então, por exemplo, se a pessoa come uma banana, ela consome 11 gramas de carboidrato. Portanto, ficam faltando 189 que ela pode consumir ao longo do dia. É bom distribuir esta quantidade durante as refeições.

No rótulo dos produtos deve que constar a porção de referência. Por exemplo, um pão em que 50 gramas representem uma fatia meia, contém 23 gramas de carboidrato. Então, faltariam 177 gramas pra ela fracionar ao longo do dia.

Carboidrato é o açúcar do alimento, então é ele que vira glicose no sangue. A gente conta então o carboidrato pra ter um controle glicêmico nas refeições”.


fonte: matéria exibida no jornal hoje, 19 fev 2010

Manual de Contagem de Carboidratos tem que abrir o manual em pdf

Na mesma semana o globo reporter falou de alimentação, também estamos enfrentando um calor como não se viu neste século, ou quase:

Vamos começar pela unanimidade. O alimento mais importante, na verdade, não se come. A água é essencial. Nos dias mais quentes, devemos beber, no mínimo, dois litros.

fonte: H2O de coco para o verão
e para sempre!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

babosa, aloe vera

Em 1986, foi iniciada a plantação de Aloe Vera (babosa), que é cultivada no Sítio Veraloe sem a utilização de agrotóxicos ou adubos químicos. A plantação esta localizada em Jarinu, interior de São Paulo, é certificada pelo IBD (Instituto Biodinâmico) como orgânica-biodinâmica.


Em 1989, foi lançado o primeiro produto fitocosmético natural, dando início à linha Veraloe composta por vários produtos indicados ao tratamento facial, corporal e capilar, constituindo um segmento de sucesso da Cassiopéia. A linha Veraloe tem um diferencial muito importante, porque é uma das únicas no mercado de origem 100% vegetal à base de Aloe Vera (babosa) e livre de sintéticos.

http://www.cassiopeiaonline.com.br/pt/sitio.html

Caju se transforma em poderoso cicatrizante


Película feita a partir do suco da fruta é indicada para queimaduras e feridas. Pesquisadora revela os segredos da medicina popular e ensina quem não tem dinheiro a colher remédios no quintal.


para assistir ao vídeo clique no link:

http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1344214-16619,00-CAJU+SE+TRANSFORMA+EM+PODEROSO+CICATRIZANTE.html

Uma paisagem tropical. Quem olha, percebe logo uma fruta bastante conhecida de todos os brasileiros, saborosa, rica em vitamina C e ferro. Mas o que nem todo mundo enxerga no caju é um poderoso tratamento natural, já confirmado pela ciência, que recebeu o nome de acajumembrana: uma película feita a partir do suco de caju, indicada para queimaduras e feridas.

"Foi um remédio muito bom que purificou e sarou", conta a dona de casa Valdete de Andrade Cavalcanti, que há pouco mais de dois meses mal conseguia andar. Sofria com um ferimento crônico, provocado pelas varizes. Foi diariamente ao hospital, para fazer curativo, durante dois anos, sem resultado. A vida dela mudou depois do tratamento natural. Ela conta que em menos de dois meses o ferimento fechou com a acajumembrana.


Além de dona Valdete, outras 45 pessoas já se trataram com a película natural do caju, que tem propriedades cicatrizante, antiinflamatória e analgésica.


A acajumembrana foi descoberta pela pesquisadora e professora da Faculdade de Enfermagem de João Pessoa Salete Horácio da Silva, que há mais de 20 anos se dedica a descobrir e comprovar cientificamente o poder das plantas. "Leva de 15 dias a um mês para ficar pronto. É um processo natural da fermentação", diz.

O processo tem de ser no laboratório, mas a aplicação é simples. É só cortar a película do tamanho que quiser e colocar em cima do machucado. A membrana do caju vai aderir como uma segunda pele. E o melhor de tudo: não pesa no bolso.

"É uma economia estupenda no bolso do usuário, porque uma pomadinha custa entre R$ 15 e R$ 20, e isso aqui praticamente fica de graça", ressalta a pesquisadora, que não pretende ganhar dinheiro com a descoberta. O tratamento é distribuído de graça para as pessoas mais necessitadas, que contribuem doando matéria-prima, ou seja, caju.

"Do cajueiro, tudo se aproveita – desde a raiz até a folha mais novinha. A folha mais tenra serve para afta. É preciso fazer uma infusão e bochechar. A raiz serve para problemas intestinais e respiratórios. A casca serve para tosse", descreve a pesquisadora.

De chá a pasta de dente, muitas riquezas são extraídas dessa árvore, que já foi muito disputada. "Os índios faziam guerras para ocupar os espaços onde havia mais cajueiros, para festejar, casar, brincar", conta Salete Horácio da Silva.

Muito antes de o Brasil ser descoberto, os índios potiguara habitavam o litoral da Paraíba, onde permanecem até hoje e guardam com eles um conhecimento ancestral sobre o uso da plantas medicinais. É esse saber popular, repassado de geração em geração, que despertou o interesse dos pesquisadores que têm muito o que aprender com os índios.

E foi justamente em uma aldeia potigara que a professora Salete Horácio da Silva descobriu a acajumembrana, dez anos atrás. Hoje ela retorna uma vez por semana para distribuir remédios caseiros e ensinar princípios básicos de saúde e higiene. Mas, acima de tudo trocar, experiências.

"À medida que conversamos com o povo aprendemos e ensinamos", diz a pesquisadora.

A casa da índia potiguara Lenita da Silva, mulher do cacique Vicente, funciona como ponto de encontro dos moradores. No local, gente simples, sem condições de comprar medicamentos convencionais, se reúne para aprender com a pesquisadora. "Mastruz é bom para tosse", ensina.

A sabedoria desse povo é herdada junto com muitas tradições. O costume é antigo e em quase toda casa da aldeia se encontra um cantinho com ervas medicinais. É como se fosse uma pequena farmácia, sempre ao alcance dos moradores. Dona Lenita põe para secar as plantas que ela mais usa junto à imagem de Jesus Cristo.

"A flor da sabugueira é para febre; o feijão-gandu, para tosse; a colônia, para depressão", relata.

Quando recebe visita, dona Lenita costuma ir para a cozinha fazer um chá. "Chá de hortelã miúda é bom para digestão e abre o apetite. Eu acredito no efeito curativo das plantas. Se não fossem minhas plantas, não sei o que seria de mim. Planta é um santo remédio, nunca há de faltar na minha casa. Em todo canto eu planto", diz.

Para Salete Horácio da Silva, essa comunhão entre os conhecimentos popular e científico virou uma missão de vida. "Eu tenho admiração pelos índios, porque eles amam a natureza. Eu dou minha vida por isso. Eu vivo para isso. Essa é a minha missão", conclui.